Uma imagem, um Título

Férias, féria e férias. Tudo bem que só da faculdade, mas é muito bom a gente saber que vai desconectar de algo, talvez não da forma como deveria ter sido, mas pelo menos encerrar o semestre da melhor forma possível. Poderia ter doado mais de mim aos estudos. Foi um semestre que aprendi menos que deveria. Aliás, um semestre intenso, onde pude experimentar terríveis doses de apatia profissional, de inquietações, exaustão e instabilidades emocionais. Talvez sejam estas as explicações mais cabíveis. Um semestre tenso.

Fiz duas escolhas erradas. Uma por total identificação com uma história de vida, e a outra com a  amarga ilusão de uma mudança ou rápida capitalização. Da identificação com a história de vida de uma profissional surgiu, pelo menos, uma parceria para uma amiga. É a velha máxima de que não passamos pela vida das pessoas em vão. Da “ilusão” restaram mais mágoas, rancores e (sai pra lá) decepções e a certeza que alguns ciclos, depois de encerrados, jamais devem ser retomados. O ponto de partida deve ser esquecido. O foco no novo é que deve prevalecer.

Mas, agora ao que tudo indica, depois de uma terceira tentativa, parece que a máquina vai girar de vez. Essa máquina que não tem um manual definido, essa máquina cheia de peças, engrenagens e funções que cada ser humano, mecânico autodidata, vai ajustando para chegar ao melhor funcionamento. A máquina que tem um nome “engraçado”: Vida.   Essa vida que vai ensinando, e aos poucos, transformando. Mesmo que essa transformação chegue nos quarenta e cinco do segundo tempo. Ou em Junho de 2009, que poderia ser os primeiros minutos do segundo tempo. Melhor assim.

Quanto ao meu profissional, estou mais tranqüilo. Mais leve, mais terno, como disse uma professora hoje que eu aprendi a  gostar e respeitar por demais. Adorei ouvir seu “diagnóstico”. Senti uma leveza ainda maior.

As amizades estão sendo restauradas, aos pouquinhos, mas estão sendo. E isso é o que importa.  Em casa tudo está perfeito, como sempre esteve: A harmonia voltou a reinar. Só o coração que insiste em não querer pulsar forte por alguém. Putz, como é estranho ver todo mundo namorando e você “chupando dedo”.

– “Universo, eu estou reclamando (sim) do senhor. Cadê as conspirações para a minha casa afetiva? Eu “leio, leio, leio” e isso nunca acontece”? Que fique registrado aqui o meu protesto.

No mais eu espero que essa energia boa, continue. Que ela se espalhe, contaminando tudo e a todos a minha volta. No que depender de mim, vou fazer o possível pra que isso aconteça. Até postar, hoje eu tive vontade. Naturalmente, assim como gosto que as coisas acontençam.  E isso só aconteceu porque a chama a apatia deu lugar à exaltação, a excitação e ao envolvimento.

Envolver-se com novos desafios e acreditar que pode realizá-los, nada mais é que o primeiro passo rumo à satisfação. Pelo menos é nisso que estou acreditando. É nisso que PRECISO continuar acreditando. É isso…Por enquanto vou aproveitar as férias da faculdades pra trabalhar um pouco mais e colocar em prática alguns projetos bem pessoais que….

Ah, deixa pra lá…Isso é motivo para um próximo post.